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Congresso faz esforço concentrado de olho em nova reunião de Lula e Alcolumbre e com previsão pessimista

A produtividade do esforço concentrado no Senado vai depender de uma nova reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado,...

Congresso faz esforço concentrado de olho em nova reunião de Lula e Alcolumbre e com previsão pessimista
Congresso faz esforço concentrado de olho em nova reunião de Lula e Alcolumbre e com previsão pessimista (Foto: Reprodução)

A produtividade do esforço concentrado no Senado vai depender de uma nova reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), destinada a dar continuidade ao processo de pacificação entre os dois. Na Câmara, como a relação do governo com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), está alinhada, a avaliação é que há possibilidade de aprovação de propostas de interesse do Palácio do Planalto. Lula e Alcolumbre se encontraram na semana passada na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, mas o encontro foi tratado como uma primeira etapa da reaproximação. A tramitação de pautas prioritárias do governo vai depender de um segundo encontro entre os dois. Ainda assim, interlocutores de Lula consideram difícil aprovar em agosto a PEC do fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública (entenda mais abaixo). Agora no g1 Além dessas pautas, o governo está de olho em dois projetos de interesse do Planalto que vão começar a tramitar pela Câmara: a medida provisória (MP) que acabou com a chamada taxa das blusinhas, de 20% sobre a importação de produtos de até US$ 50; e o projeto que autoriza o uso do excesso de arrecadação com a venda de petróleo para segurar aumentos nos preços da gasolina e do diesel. No caso da taxa das blusinhas, a medida foi uma decisão do presidente Lula para agradar uma faixa do eleitorado de menor renda, que reclamou da criação da cobrança sobre compras de pequeno valor em sites internacionais. Mas há uma articulação de empresários para tentar impedir que a MP seja aprovada em agosto, fazendo com que ela perca a validade no início de setembro, prazo limite para sua votação. "Estamos buscando aprovar pautas prioritárias do governo, mas a avaliação é conservadora, as principais não serão votadas agora. É só uma semana, com tramitações complicadas, em duas Casas, ", revela um líder governista. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Ricardo Stuckert / PR